COMPARATIVO DE EFICÁCIA ENTRE ADUBOS QUÍMICOS E BIOLÓGICOS NO DESENVOLVIMENTO DA BRAQUIÁRIA
Palavras-chave:
pastagem, adubação, brizanthaResumo
território brasileiro tem como uma de suas principais atividades econômicas a agropecuária (LUCCHI, 2024), entretanto, um dos problemas mais recorrentes é a falta de manejo do solo perante o plantio das forrageiras, que servem como principal fonte de alimento para os animais. O objetivo do presente trabalho, é analisar o desenvolvimento nutricional e a produção de forrageiras entre diferentes tipos de adubos. Como objeto de pesquisa, foi utilizada a espécie: Brachiaria brizantha cv. Marandu (doravante Braquiária). Ademais, foi realizado o nivelamento da acidez do solo para analisar de maneira mais precisa a diferença entre os tipos de adubos; foram utilizados dois adubos distintos, são eles: a ureia (adubo químico) e o esterco de galinha (adubo orgânico). O plantio foi realizado em 30 recipientes plásticos, contendo 20 litros cada, e separados em 3 colunas. Na primeira coluna, foi aplicado 10g de esterco de galinha por saco (1.041kg/ha); a segunda coluna, não recebeu nenhum tipo de aplicação de adubo; já a terceira, recebeu aplicação de 5g de fosfato natural reativo (520kg/ha) e 1g de ureia por recipiente (104kg/ha). Como possíveis resultados, espera-se que o adubo químico tenha uma alta produção comparado ao adubo orgânico, em decorrência de sua rápida liberação de nitrogênio para solo, que dispõe nutrientes de forma rápida para a forrageira. Como mencionado anteriormente, uma das principais atividades econômicas do Brasil é a pecuária de corte e leite, cujo principal alimento para sua produção e qualidade é o pasto. No entanto, muitos pastos estão degradados ou em processo de degradação, devido à falta de manejo e conhecimento técnico adequados. Nesse contexto, este estudo visa contribuir para a identificação do tipo de adubo mais eficiente e viável economicamente para uso na pecuária. Por fim, a escolha do uso da uréia como adubo químico se deu, após análise de seu custo-benefício, seu manejo simples, além da não liberação de enxofre, evitando assim a acidificação do solo.
Referências
ALVARES, C. A. et al. Köppen’s climate classification map for Brazil. Meteorologische Zeitschrift, Stuttgart, v. 22, n. 6, p. 711–728, 2013.
BRASIL. A produção agropecuária brasileira. EDUCA – Jovens. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 5 dez. 2018. Disponível em: https://educa.ibge.gov.br/jovens/materiasespeciais/20776-a-producao-agropecuaria-brasileira.html. Acesso em: 5 set. 2025.
BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Comunicado técnico 22: as principais espécies de Brachiaria utilizadas no país. Juiz de Fora, MG, 2002–. ISSN 1678-3131.
CONFEDERAÇÃO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA DO BRASIL. Puxado pelo crescimento recorde de 15,1% da agropecuária, PIB brasileiro fecha 2023 com alta de 2,9%. Comunicado técnico: PIB Brasil | 4º trimestre de 2023, ed. 3, 2024.
RODRIGUES, C. A. G. et al. Fertilidade do solo de pastagens com Brachiaria sob diferentes níveis de degradação em Guararapes (SP). In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIA DO SOLO, 33., 2011, Uberlândia-MG. Anais [...]. Uberlândia: SBCS, 2011.
SANTOS, M. E. R. Adubação de pastagens: possibilidades de utilização. Enciclopédia Biosfera, Goiânia: Centro Científico Conhecer, 2010.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Revista InterAgro

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License.
